Viagem levando a patroa

– Porque a maioria de nós não conseguirá apreciar o texto
“Viagem levando babás” em todo o seu esplendor e utilidade.
Lembre-se que você está lá para entreter o filho mimado da patroa!

Lembre-se que você está lá para entreter o filho mimado da patroa!

Ao contrário da maioria dos maridos, nós, babás, não somos totalmente dependente das patroas. A minha irmã sempre viajou sem a patroa, até mesmo porque ficava complicado confiar aquela Louis Vitton ao sistema de bagagem da Viação Cometa.

Na minha opinião, viajar com a patroa é extremamente útil, principalmente pela mamata de ganhar passagens e usar toalhas novas de hotéis todos os dias. Se bem ensinadas, dá pra manter uma boa patroa até o filho completar uns 15 anos e começar a tomar bomba e sair com os amigos para a Vila Olímpia, época em que a mãe vai perceber que fez um péssimo trabalho educacional e demitir a babá.

Baseada na minha pequena experiência de algumas viagens com patroas, pensei em escrever este post, porque minhas amigas do salão de cabeleireiro do Doni, onde a gente se encontra todo sábado de tarde pra jogar conversa fora e assistir o Huck, sempre me perguntam como fazer, como proceder, o que pode, o que não pode, se pode comer aquela folha de hortelã que vem junto com o petit gateau e etc…

Viajndo pelas ruas de São Paulo...

Viajando pelas ruas de São Paulo…

Bom, a primeira vez que minha patroa me levou pra uma uma viagem foi pra São Paulo. O que já não é bom: a gente trabalha pra cacete pra conseguir viajar e termina em São Paulo! Não fomos nem pra Santos, que daria pra pegar um sol, se lambuzar no corrégo e rolar na areia ou comer pastel com os pés na lama. Enfim, antes disso eu nunca tinha viajado de avião e achava que esse transporte era exclusivo pra executivos, políticos e terroristas árabes. Eu delirei. Cara, eu estava sentada numa cadeira, no céu! Uma cadeira no céu! Até perguntei se tinha banheiro porque um trono seria algo muito mais monárquico, mas o banheiro dos aviões não tem aquela porcelana chinesa bonita que tem na casa da patroa. Achei melhor perguntar também se podia aceitar o lanchinho que me ofereceram e se ela ia terminar de comer a manteiguinha dela porque a minha só durou para meio pãozinho.

Ficamos em um hotel com nome de artista global, em um quarto gigantesco, que eu até achei que eram dois, mas tinha uma porta que passava de um para o outro. A patroa falou que o hotel era fino e requintado e que não era pra eu pegar nada do frigobar. Por sorte, havia uma mini-geladeira cheia de bebidas e eu nem precisei procurar o tal do bar. Ela falou também que eu não podia pedir “russervi” ou alguma coisa que eu não entendi direito, mas não foi problema porque eu sempre ficava bem caladinha pra não acabar pedindo nada acidentalmente.

Algumas vezes sua patroa vai sair pra jantar com o marido e deixar você no hotel. Quando isso acontece é porque eles devem ter ido naqueles restaurantes com mais talheres do que comida. Mas não tem problema, porque ela vai passar no Habib’s na volta ou trazer o resto que ela mandou “embrulhar pro cachorro” pra você não passar fome. Se ela te levar junto, espere as instruções antes de fazer seu pedido. A recomendação é pedir também um prato do menu infantil para você, que são mais baratos e não tem aqueles nomes em francês que provavelmente se referem a algum prato requintado, onde a comida está dentro de uma concha que tem que ser quebrada com um martelo e uma espátula de aço.

Não convém comer muito de noite. Quando eu viajava, a patroa me fazia acordar cedo para encher o bucho no café da manhã, já alertando da possibilidade de não existir almoço. Quando for assim, aproveite mesmo: A dica é levar uma sacolinha plástica e fazer três ou quatro sanduichinhos para comer no decorrer do dia. De manhã, a patroa parecia mais bem-humorada, porque sempre permitia e até incentivava que eu comesse tudo o que pudesse e até o que não pudesse.

Às vezes a viagem pode deixar você sobrecarregada. Não deixe a peteca (e nem a criança) cair!

Às vezes a viagem pode deixar você sobrecarregada. Não deixe a peteca (e nem a criança) cair!

A segunda viagem que levei minha patroa foi pro Rio de Janeiro, porque eu queria conhecer o cenário de todas as novelas das nove e esperava também ver algum artista. A patroa até me comprou algumas roupas e uma mala e disse pra eu não levar meu maiô de crochê e parar de embrulhar minhas vestimentas em um lençol porque pegava mal. Ela também reclamou que o meu shorts estava furado, mas eu não entendo: O pessoal mais rico vive comprando aquelas calças jeans que já vem completamente rasgadas, então qual o problema de um furinho?

A areia do Rio de Janeiro é menos grudenta, então a dica é aproveitar para sempre sentar na areia e ficar brincando de castelos de areia com o fedelho. Lembre-se sempre que a cadeira de praia não é para o seu bico, e tome o seu café rapidinho, sem vacilo.

Mas tudo o que eu disse vai depender da patroa. Tem patroas que só tem um lugar sobrando para viajar e acabam preferindo levar o cachorro na viagem. Mas dessas você pode se vingar dormindo com o marido dela depois.

Patroa inteligente leva a babá pra ficar segurando a criança enquanto ela tira foto

Patroa inteligente leva a babá pra ficar segurando a criança enquanto ela tira foto.

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  • Sabrina Neves

    Essa foi boa! Depois de ficar enojada com o dito post das babás pelo menos ri um pouco com o seu.

    • Obrigado, Sabrina!

      Pelo menos a gente consegue tirar um pouco de piada de tudo! ;D

      Abraços!

  • cleuza

    hahahaahah chorei de rir! Depois do post altamente “instrutivo” da patroa, tinha que ter o troco da babá! hahahahaha

  • Amei! Pegou até leve. Hahaha

  • Lucas

    Parabéns pelo texto. Acho que resposta melhor a ele só em “Histórias Cruzadas” com aquela famosa torta de “chocolate”. Gostei do blog ;) Abraços,

    • Obrigado, Lucas!
      Volte sempre! =P

      abraços!

      • Elisabeth Lorena Alves

        Caramba!
        Texto bárbaro.
        Como sempre vivi sozinha já tive que me virar muito como babá e ‘home care’ e adorei a estrutura satírica do texto, passa a mensagem necessária para patrões e empregados.
        Se me autorizar vou usar o texto em minha Aula sobre Análise do Discurso…
        Elisabeth Lorena Alves

        • Oi, Elisabeth!

          Lógico que pode usar o texto! Será um prazer! Obrigado por ter perguntado antes! =)

          Abraços!
          e Obrigado!

  • Paula

    hahah..“russervi” ótimo!

    • Sem contar o café da manhã, que era “Serve Serve-se”…
      =P

      • Tati Silva

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
        SERVE SERVE-SE KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      • ana

        Que gênio vc deve ser pra tirar sarro assim de quem não tem instrução e não tem acesso a esse tipo de vocabulário. Preconceituoso e sujo, vc fez muito pior que a tal da patroa, que por si só já não estava certa. Praticamente um novo CACO ANTIBES. Lamentável.

  • dani

    ahahahahahaha MUUUUUUITO BOM !!!!! kkkkkkkkkk

  • Felipe

    Que cara fracassado… não é nehum absurdo uma pessoa ser empregada doméstica e ter uma patroa. Aliás, ela é paga para isso. Se ela não concorda com as condições, arrume um emprego de 8h no Mc Donalds ao invés de viajar pelo Brasil e pelo mundo com tudo pago e ganhando para isso para cuidar de uma criança. Tem muita gente nesse mundo passando por necessidade e que daria tudo para estar no lugar dessa babá que vocês estão ridicularizando. Pensam que estão ridicularizando a patroa, mas não conseguem enxergar a dura realidade das opções que essa babá (não) tem. É melhor que se prostituir. É melhor que pedir esmola. É melhor que se drogar. É melhor que catar lixo. É melhor que vocês caiam na real e deixem de hipocrisia e babaquice em achar que quem tem dinheiro não pode ter seus luxos e de achar que este emprego é uma “humilhação” para a babá. Aos que ficam enjoados com o texto da patroa, merecem um choque de realidade pra saber o que realmente enjoa. Entrem numa favela, visitem uma “cracolândia”, vão a um aterro sanitário. Isso sim são coisas desumanas e sem motivo para piadinhas de burgueses que se escondem atrás de seus Ipads…

    • De forma nenhuma o emprego é uma humilhação. Assim como, de forma nenhuma o texto se propõem a ridicularizar a babá. Na verdade, o objetivo dele não é nem ridicularizar a patroa, mas sim ridicularizar o outro texto.

      O texto é satírico e está coberto em um véu de ironia.

    • maria león

      oi, patroa, a senhora por aqui?
      aceita um trago no meu cachimbo de crack?

    • Fernanda

      Felipe, é melhor vc ler o texto original em que a patroa dá dicas de como lidar com a babá em viagens, de forma extremamente preconceituosa por sinal, do que comentar esse seu “ponto de vista”

      • Patricia

        Fernanda, eu li os dois textos e concordo com o Felipe, aliás, pelo comentário dele entendo que ele também já tinha lido os dois textos, vc é que presumiu que ele não tivesse, talvez porque para vc seja muito difícil entender que as pessoas pensam diferente…. Paulo Henrique, vc quiz ridicularizar o texto sem querer ridicularizar a autora dele? Difícil não é mesmo… Acho que falta um pouco de maturidade para o brasileiro afastar de uma vez por todas qualquer ranço de escravidão do trabalho doméstico… e , ao contrário do que as pessoas manifestam aqui, essa visão não está na patroa, mas sim em quem acha um absurdo tratar a babá ou doméstica como profissional que ela é, numa relação de emprego, com todas as condições que isso implica, e não como uma pessoa íntima da família… parece que é feio ter empregado doméstico no Brasil e tratá-los como tal, quando não deveria, pois é um emprego como outro qualquer, que atualmente é mais reconhecido como nunca em termos de direitos trabalhistas e bons salários… óbvio que temos que ter respeito e educação em todas as nossas relações, mas em momento algum a patroa do texto age como se não os tivesse…não há nada de mais em “ensinar” a babá, não pagar comidas extravagantemente caras durante o período de trabalho dela, proporcionar uniforme adequado e etc etc… seu chefe nunca te treinou para nada? paga almoços para vc no restaurante mais caro da cidade? vc acha um absurdo a copeira da sua empresa usar uniforme? Não acho que a patroa foi preconceituosa, mas sim os leitores que a criticaram dessa forma…Esses dias estava numa praia do litoral paulista, e uma amiga fez a seguinte observação para a babá na “barraca” ao lado: “olha que absurdo a babá de bermuda e camiseta nesse calor, enquanto a mãe toma sol de biquininho”… PELOAMOR, a pessoa está TRABALHANDO, é tão difícil entender que uma pessoa que tem filhos pode sim querer aproveitar algumas horas de lazer enquanto outra pessoa de sua confiança e contratada pata tal cuide dos seus filhos? Se isso é frequente ou não, se a mãe terceiriza a criação dos filhos e etc, isso é outra história, e sinceramente, não há como se chegar a uma conclusão desse sentido com um simples texto daqueles, para se julgar a autora dele… Enfim, a verdade é que o Brasil caminha para o desenvolvimento, mas aqui ainda é feio ter dinheiro!

        • Poliana

          Povo LOUCO e PRECONCEITUOSO. Minha mãe é babá, enquanto eu hoje posso me dar ao luxo de ter uma, que provavelmente NÃO seria tratada assim, como não quero que a minha mãe seja. TENHA DÓ, gente estúpida, podem estar trabalhando, mas são PESSOAS antes de tudo. Se o patrãozinho é tratado assim nos ambientes corporativos logo ele processa dizendo que está sendo subjugado, ou então aceita e tem que mandar em algum lugar. Que seja em casa, não é mesmo?

        • Patrícia, saiba porque o texto a que esse se refere é preconceituoso:
          http://blogueirasfeministas.com/2013/01/babas-e-empregadas-domesticas-relacoes-que-perpetuam-racismo-e-machismo/

          Informe-se e seja mais uma na luta pela igualdade de DIREITOS E RESPEITO à PESSOA HUMANA e não mais uma a espalhar a incompreensão e o pensamento marginalizador e arcaico.

        • Larissa

          Bom, se a patroa tem assim tanto dinheiro, não vejo porque proibir a babá de pegar ÁGUA, sim, ÁGUA, no hotel. E evidenciar por meio de short e camiseta que a pessoa está trabalhando e não se divertindo é sim um comportamento elitista.

        • Leandro

          Patrícia, achei lamentável seu texto. Minha mãe trabalhou na roça até os 7 anos, quando foi levada por uma família da cidade para trabalhar como babá. E assim o fez por mais de 15 anos, em várias “casas de família” – como gostam de dizer. Assim como minha mãe, tenho tias que também trabalharam – e ainda trabalham – como babás e/empregadas domésticas. Meu pai hoje é taxista. Mas antes, foi motorista particular. ENTÃO SEI O QUE UM TRABALHADOR DOMÉSTICO SENTE NA PELE. O fato é que graças ao esforço de meus pais, consegui concluir o curso superior em Jornalismo. Trabalhei em vários jornais e exerci diferentes cargos, como repórter, chefe de reportagem e chefe de redação. Viajei muito! Conheço vários países da Europa e da América Latina. E posso afirmar, o que acontece no Brasil (graças a pensamentos semelhantes ao seu, ao do Felipe e ao da advogada que escreveu o texto que resultou nessa polêmica) em relação aos empregados domésticos é retrogrado, antiquado e (por lei) ilegal.

          Nas viagens que fiz e faço a trabalho – e acredito que você também – a empresa paga passagens, hospedagem e alimentação. Isso não é favor. É obrigação! A alimentação, diga-se de passagem, é um valor honesto que me permite comer o que eu quiser e onde bem entender. Também nunca fui obrigado a dividir quarto com patrão – sendo privado de toda minha privacidade. Acrescento ainda que nas viagens que fiz a trabalho fui recompensado com o justo pagamento de horas extras ou folgas.

          Agora qual a diferença entre um jornalista e uma babá (ou ainda um advogado, engenheiro, eletricista…) diante da lei trabalhista? Deixando de parte a legislação específica, a resposta é nenhuma. O que eu tenho direito, a babá também tem.

          Nas viagens que fiz aos países bem desenvolvidos na questão social, como Suíça e Alemanha, percebi que quase não há empregados domésticos. Sabe por que? Porque é caro. Todos os encargos trabalhistas são pagos com muito rigor (quando falo de encargo, quero dizer horas extras, alimentação e diárias, entre outros). No Brasil, geralmente, esses encargos não são pagos. Muitas pessoas ainda pensam que estão fazendo favor em pagar um salário para a babá. Em países onde não há um abismo social, onde existe uma justa distribuição de renda, geralmente só pessoas muita ricas conseguem pagar babás.

          Minha cara, não é feio ter dinheiro. O que é feio é ter pouco dinheiro e, por isso, explorar quem não tem nenhum. Mais feio ainda é arrotar isso como se fosse um ser iluminado.

          • Tô aplaudindo de pé!

          • TOMA, PATRÍCIA!

            Leandro, seu texto não poderia ser mais perfeito.

          • Ana Lydia

            Aonde eu aplaudo o Leandro? rs

          • Aline

            Excelente!

        • Lourds

          Quando meu emprego me manda viajar eu recebo o pagamento extra por isso em forma de diárias. Com esse dinheiro eu me hospedo e escolho o que vou comer, além de ter horário pra iniciar e finalizar o serviço.

    • Tia Ju

      gente que não aprendeu interpretação de texto na escola nem o significado de ironia! Você acha que favela é enojante? Acho que você que precisa visitar uma…

    • Então as opções de quem mora na favela são babá ou crack, empregada doméstica ou catar lixo, motorista de madame ou pedir esmola. Realmente, quem está precisando conhecer uma favela é você.

    • Felipe…Acredito que a intenção do texto em destaque, não e ridicularizar a babá, mas sim responder de uma forma mais comica ha um texto postado anteriormente sobre como viajar levando as babás…Eu li os dois posts, e é claro que me irritei com o primeiro, tmb acho que o segundo deveria responder de uma forma mais pratica e realista, mas convenhamos né…Tem patroas que se acham demaissss…O que elas não pereceberam ainda e que…os filhos enxergam mais suas cuidadoras como mães, do que a propria genitora!!

    • Tenho a impressão de que o Felipe freqüenta muito favelas, cracolandiapra saber né… E claro que pra uma pessoa pobre, ser babá e ficar na senzala esperando a sinhá moça é um privilegio… #tecontar #faltadepaciencia

    • Juliana

      Gente, PRESTENÇAO!!!!!!!!!!
      Eita que a língua coça pra criticar mas nao sabem nem o que estão criticando!
      Esse texto EXCELENTE do Paulo Henrique é uma resposta crítica e irônica ao post ridículo e preconceituoso da louca patroa que deu o que falar essa semana! Vamos reler varias vezes até entender!
      Paulo, parabéns, não haveria resposta melhor do que esta. Patroas vazias terão filhos vazios e petulantes. Bora acordar, povo!

    • Ágata

      Acho que você deveria visitar a favela Felipe, assim você verá quantos projetos sociais existem! O texto é uma sátira, acho que isso ficou claro, o modo como a “patroa” do primeiro texto fala é que ridículo! Uma vez que ela acha um absurdo como outras patroas, tratam a babá como parte da família! E se ela fala que família é pai, mãe e filhos… Pq então ela não vai cuidar dos filhos? Pq ela não viaja em família? Pq ela não sabe nem trocar uma fralda, isso é ser mãe?

    • raquel

      seu burro, não entendeu nada.

    • Renata

      Não vi o post da “patroa” porque já tiraram do blog, mas concordo com você Felipe em número, gênero e grau. Por que ter uma babá é sinônimo de humilhar um trabalhador??? O trabalho dessa babá é pago (normalmente muito bem) e suas funções são muito claras que entre elas é principalmente cuidar de uma criança. Agora, ignorância é pensar que o fato de levar uma babá para uma viagem ou uma festa faz da mãe do bebe uma inútil, ou uma mãe sem atenção… Hipocrisia pura de quem não sabe do que fala. É um trabalho pago como outro qualquer.

      Imagina o segurança de uma boate? Tadinho, fica ali de terno e não entra na balada!!! Nossa, coitado do garçom vou chamar ele pra sentar na nossa mesa pra tomar um chopp também! Ai, vou ajudar a camareira a arrumar a cama, ah e a parte vou emprestar uma roupa pra ela, “tadinha” usa uniforme……Ou seja, em QUALQUER trabalho se exige, vestimenta adequada (não lembro de ver um juiz em plena audiência de bermuda), não me lembro que nenhuma empresa me pagasse restaurantes caros e nunca me recusei usar um uniforme…

      Parem de achar que ser “empregada domestica”/babá é sinônimo de pobrezinha humilhada. Ah e secretária é uma profissão com curso superior e empregada doméstica é empregada doméstica. Nao é vergonha nenhuma chamá-la assim, tampouco apresentar-se assim. .Normalmente elas ganham até mais do que um profissional formado. AAaaaa e não comecem a me jogar pedras de preconceito, estou sendo realista afinal de contas posso garantir que se a/o filha(o) de vocês recém formada(o) ganhasse menos que elas tenho certeeeeza que falariam o mesmo porque é a mais pura verdade. Essa necessidade de defender os “pobres e oprimidos” já está passando dos limites do bom senso já que parece que contratar esse tipo de mão de obra já não é mais oferecer uma oportunidade de trabalho e sim de se “aproveitar da pobreza alheia”…OUT

      • lilas

        Não é ter babá que faz da pessoa má mãe ou inútil. Mas o jeito como ela trata a babá é humilhante. Com certeza meu chefe não me paga jantar caro, mas também nunca me mandou “comer bastante no café” porque posso ficar sem almoço. Ou debochou do meu comportamento em um avião publicamente. Aliás, nunca escreveu um post sobre mim, com foto (e, se o fizer, rola processo na certa). E o fato de babá ganhar mais do que uma secretária não significa que ela ganha demais; o que está errado é a secretária ganhar tão pouco. Eu tenho babá, porque trabalho — aliás, quem acha que quem trabalha não deveria ter filhos deve concordar também que lugar de mulher é na cozinha — e trato com respeito, como profissional e amiga, como a pessoa que fica com o que eu tenho de mais valioso. Não anda de branco nem vai ao shopping. Ela cuida dos meus filhos quando eu estou trabalhando; no resto do tempo é comigo e com o pai deles (sim, o pai, essa figura a quem ninguem atribui obrigações). Pior que o esnobismo do texto em relação à babá é a relação de submissão ao marido. Que tristeza.

      • Realmente, tu não leu o outro texto… depois de ler e entender a dimensão das palavras da autora, ai sim, opine. Ninguém acha humilhante ser babá ou qualquer outra profissão, o texto satiriza o outro que humilha a babá, ela da dicas e fala como se ela estivesse fazendo um enorme favor pra babá levando ela pra cuidar do filho dela, se é trabalho, deve ser reconhecido como tal e não tratado como um favor que a patroa faz a babá.

      • juliana

        No texto original só discordei da parte da alimentação, isso achei mesmo um absurdo a patroa escolher o que a empregada vai comer, ela devia ter pago mesmo horas extras pra que a funcionária pudesse se alimentar como bem quisesse… mas acho que a parte das vestimentas é adequada, pq duvido que alguém aqui dê o braço pra um enfermeiro tirar sangue, se ele estiver sem jaleco… ou mesmo confie em um médico de chinelos e com a camisa aberta.
        Pq é natural cobrar postura de vários tipos de profissão mas babá e empregada doméstica, usar uniforme é quase um crime contra a humanidade???

  • Tracy

    HAHAHAHAHAHAHAHAAHHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHA Bom demais!!!!!

  • priscila rosa

    Não consegui imaginar uma resposta melhor a aquela babaquice…..mt bom mesmo, está de parabéns kkkkkk

  • Hahahahaha muito bom mesmo!!! =)

  • buh

    muito bom!

  • Jamilly Lima

    Muito bom !!!

  • Guest

    Não é absurdo ter empregados, absurdo mesmo é aproveitar da humildade e ignorância dessa classe trabalhadora a ponto de faze-las acreditar que estão sendo bem tratadas quando levadas para essas viagens, onde a mãe não pode sujar-se com a cria na areia. Poupe-me! Tem gente que não nasceu para ter filhos e ponto. Não importa a classe social… Infelizmente. Depois criam filhos esnobes e sem valores… Teremos a nova geração de “burgueses MAL CRIADOS colocando fogo em índios…

    • guest

      a mãe e o pai também, né

  • Flavia

    Não é absurdo tem empregados, absurdo mesmo é aproveitar da humildade e ignorância dessa classe trabalhadora a ponto de faze-las acreditar que estão sendo bem tratadas quando levadas para essas viagens, onde a mãe não pode sujar-se com a cria na areia. Poupe-me! Tem gente que não nasceu para ter filhos e ponto. Não importa a classe social… Infelizmente. Depois criam filhos esnobes e sem valores… Teremos a nova geração de “burgueses MAL CRIADOS colocando fogo em índios…

    • guest

      o pai também tem q participar

  • Não conhecia esse espaço, até agora, adorei! Parabéns!

  • IngridGomes

    ADOREI, ADOREI e já compartilhei!
    A babá realmente precisava dar suas dicas kkkk
    Valeu, Paulo Henrique.

  • Alice

    Gente, depois de vomitar com o texto da advogada acéfala (ela precisa urgentemente de tratamento psicológico contra a soberbia, e por considerar babá um ser inferior) eu ri muito com este! (tô torcendo pra babá dormir com o marido da patroa e a patroa levar um pé na bunda! kkkkkkk)

  • Jana

    kkkkkkkkkkkkkkkkk adorei!!!!

  • Ana

    Maravilhoso! adorei o texto… Parabéns… ontem confesso que fiquei estarrecida com o texto sobre viajar com as babás e já tinha quase perdido a fé no ser humano!

  • Juliana

    Adorei, elas tinham que ler isso… pessoas futeis.

  • Lara

    Muito Bom!

  • Simplesmente morrenduuu

  • Mariana Muniz

    Obrigada!!! O que é o post original? Affffff

  • Carolina Lima

    Amei!Amei!Amei!

  • Faltou só dizer que não aceita o salário porque né…ela já tem o prazer de viajar com a patroa.

  • catherine moraes

    Tipo adoreiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii depois de ler aquele texto lixooO!

  • Parabens pelo post, amei a resposta, fiquei horrorrizada e indignada com o post daquela mulher q aparentemente é humana, mas uma pessoa q se comporta daquela forma não é humana não, afffff

  • Eu gostei muito do post, acho que foi uma boa maneira de responder ao outro.Nunca tive babá, mas já trabalhei com crianças em creche de ricos e fui discriminada como se não fosse ninguém. É uma pena haver pessoas discriminando o trabalho de outras, inclusive este é um muito imoprtante.
    http://matheusmeucoracao.blogspot.com.br/

  • Fabi

    Você é sensacional!!!!!!!!Quanto ao comentário do “Felipe” na verdade ele é o fracassado.

  • Perfeito, belo troco para a pretensa aristocrata.

  • tatibast

    esse é o nosso país das desigualdades; e quem não encara isso como normal é tachado de perdedor, ignorante…
    claro que é um bom emprego, claro que é uma boa poder viajar junto, muito melhor que outras opções…mas convenhamos… a babá ainda é um SER HUMANO! Pode estar trabalhando, mas É GENTE! O texto foi muito maldoso no sentido de adestrar a babá como se fosse uma coisa… Parabéns pelo texto-resposta, foi uma forma bem-humorada de colocar as coisas.

  • Perfeito!

  • Joana

    Parabéns pelo texto, bela resposta! Mas me choca que ainda haja pessoas tão ignorantes como uns e outros, para endossar o ponto de vista da autora do texto “Viagem com a babá”. E aqui utilizo o termo “ignorante” com total propriedade (ou a sra Patrícia, além de reacionária, ainda não aprendeu sequer a norma culta da língua, a ponto de escrever “quiz”, com Z!!!). Essa foi dose… Bom que tira logo qualquer suposta credibilidade das palavras registradas pela srta em questão. A ela e ao Felipe, sugiro que leiam o artigo a seguir: http://blog.daniduc.net/2009/09/14/da-relacao-direta-entre-ter-de-limpar-seu-banheiro-voce-mesmo-e-poder-abrir-sem-medo-um-mac-book-no-onibus/.

    Eu poderia ainda lhes propor o clássico livro do Gilberto Freire, “Casa Grande e Senzala”, mas creio que seria pedir demais para mentes tão limitadas… É triste como a mentalidade escravocrata está tão arraigada que uns e outros sequer se dão conta, e tentam defendê-la através de um discurso supostamente liberal, que é na verdade completamente inconsistente e fundamentado em coisa alguma. Que asco!

  • kkkk adoooorei!!!!!

  • Renato

    Sensacional!

  • Ágata

    Muito bem escrito, dei altas risada aqui! Acho que a patroa tinha que ler este post, afinal ela passa mais tempo na internet do que cuidando do próprio filho

  • Fiquei indignada com o texto da patroa, que disse preferir ficar lendo revista a ficar brincando com o filho na areia, aliás o menininho é mais parecido com a babá do que a mãe, que faz mechas loiras. Conheço várias babás excelentes que tratam as crianças melhores que as mães e tem mães que trabalham e deixam os filhos com babás mas não delegam todas as funções para as mesmas. É necessário ter babá hoje em dia pois praticamente todas as mulheres trabalham, mas só é necessário no horário de expediente. Tem mãe que leva babá ao shopping aos finais de semana, para viajar e até mesmo para brincar no parquinho. Para que teve filho então? E a dita cuja está grávida do segundo filho ainda, mas lógico em um mês ela estará com a barriga lisinha, pois deixará seus filhos com a babá para ir a academia. rsrs.

  • Dan Costa

    ahhh! faltou a parte dos doces e guloseimas… e zuar que ela escreveu “Mc Donals” e não “MC Donald’s”.

  • Sensacional! “A patroa falou que o hotel era fino e requintado e que não era pra eu pegar nada do frigobar. Por sorte, havia uma mini-geladeira cheia de bebidas e eu nem precisei procurar o tal do bar.” HAHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHAH

  • ana

    Parabéns por criar um texto preconceituoso e imundo como esse! Sob pretexto de “dar um troco na patroa”, você desrespeitou toda uma classe de trabalhadoras e de mulheres, chamando elas no mínimo de sujas, porcas e por fim, vagabundas. Pedante!!!

    • Camila

      Oi patroa!

  • Carolina Lima

    Eu amei!Tive que voltar e reler!

  • Gabriela

    GENIAL!!!!

  • Maria Maia

    Fantastico! Nunca ri tanto com um texto. Mas, infelizmente, a patroa tirou o post dela do ar :(

  • Daniele

    O texto é hilário, principalmente para quem é babá como eu. Mas eu preciso discordar da maioria dos comentários e dizer que, apesar do ar de superior do texto original, eu não o achei tão incabível assim. Primeiramente, cada um que cuide dos próprios filhos e decida como é certo ou não criá-los (porque acredite, você pode achar que está criando seu filho muito bem, mas sempre vai ter alguém para discordar). Deixando isso de lado (que é o que parece ter influenciado muito na resposta das pessoas), vamos falar de trabalhar como babá. Como qualquer empregado, é ótimo ter um patrão que apesar de não ser humilde, ainda pensa em você. É horrível ter que comer e cuidar de uma criança pequena ao mesmo tempo, imagine quando isso é sua obrigação já que você está trabalhando. Se você está exercendo sua função: Ou você come, ou você cuida da criança… ou você desmaia de fome e é despedido (ou recebe aquele olhar, como se a culpa fosse sua que te deixaram trabalhando o dia todo e ainda não conseguiu fazer uma refeição decente). Digo, exercendo sua função porque, como ela mesma disse, sentar e comer calmamente enquanto a mãe está correndo atrás do filho, sendo que você foi paga por isso, não é exercer sua função. É ótimo também quando o patrão deixa claro qual sua função, o que quer ou não que você faça. Ninguém pode ler mentes ou tem bola de cristal para adivinhar isso, mesmo assim muitos patrões parecem imaginar que os empregados tenham. Por isso, a dica dela de deixar sempre claro (e com muita educação) o que quer que seja feito é ótima. Eu como empregada acho ótimo, porque eu quero exercer bem minha função, mas também não gosto de ficar fazendo mil perguntas. Se o patrão não gosta das roupas que o empregado usa enquanto trabalha, nada mais justo do que comprar as roupas para o empregado. Vou parar por aqui de dar exemplos, mas eu como babá não me senti ofendida. Quem dera muitas patroas que pensam da mesma forma agissem como foi sugerido, geralmente acham que a babá é um ser inferior e que não merece um tempo para comer, ou que “como assim ela fez isso assado e não cozido?” sendo que ninguém instruiu nada… É assim que o relacionamento babá e patroa não dá certo. Ela pagou para a babá fazer certas coisas, nada mais justo do que a babá fazê-las. Mesmo quem já teve problemas com empregadas domésticas pode se identificar. Se você pagasse alguém por um serviço desses (como uma babá ou empregada), indiferente da maneira como você cria seus filhos, como você agiria quanto a babá?

    • Lourds

      Patroa disfarçada de babá detected.

  • Paula

    Gente , nao achei em nenhum momento que a “patroa” tenha ofendido moralmente a “babá” .
    Tem pessoal preocupadas com a tal ” fim da escravidao” mas esquecem que hoje babás, empregadas domesicas tem todos os direitos que qualquer outro tabalho.
    Babas e empregadas e qualquer outra funcao precisa de regras a serem cumpridas. Precisam ter disernimento entre o querer e o poder.
    Elas estao a trabalho entao se comporte como tal….. Se rolar um jantar em algum lugar bacana tenha o senso de nao abusar no valor do prato, da bebida, etc. Nao tem que ficar interferindo na conversa ou dando palpite aonde nao sao chamadas.
    Se esta na praia alguns cuidados baicos precisa ter. Quarda sol, protetor, agua, roupa apropriada etc. Nao queira a baba tomar sol como se ela estivesse de “ferias” ou na sua folga.
    Prequentar hoteis caros nao lhe da o direito de consumir frigobar a toda hora.
    Vcs tomaram as dores desta “baba” pq nunca passaram por algo parecido ou igual.
    Esta mae tb nao é mais mae ou menos mae so pq ela tem uma baba e pode ficar descansando enquanto a baba(paga) olha seu filho.
    Veja que respeito deve exister entre ambas para um bom relacionamento.
    Boa acao serao feitas qdo a patroa sentir vontade . Nao soms obrigadas a dar tudo para as babas

    • Luciana

      Paula, babás, enfermeiras, auxiliares de enfermagem, professoras de pré-escola; limpam a BUNDA do seu filho. Não queira dizer que não podem tomar refrigerante do frigobar quando a conta a ser paga é no FASANO. Sinceramente, a patroa pareçe viver num mundo que ela não deveria freqüentar. O texto todo mostra o imenso esforço que ela faz para manter as aparências… NEM duas suítes no Emiliano ela estava disposta a pagar. Pior que ser rico opressor é fingir ser rico e humilhar uma funcionária pela falta de orçamento para bancá-lá. Por fim, as amiguinhas dela de Beagá estão comemorando o episódio porque acham a duplinha um poço de arrogância.

  • Rafa

    Alguém copiou o texto dela? A Patroa tirou o post original do ar…

  • Fernanda

    Nem li o texto no qual este foi inspirado, mas já achei extremamente ofensivo. Não achei ofensivo para a “patroa burguesa”, mas para a própria “trabalhadora oprimida”. Vcs acham q não existe nenhuma babá educada?

  • Curiosa

    Parabéns pelo texto Paulo, me diverti muito! A tal Baléria mereceu o troco. Maravilha essa internet, as pessoas reagindo contra esse preconceito absurdo, disfarçado, hipócrita, tão hipócrita que alguns nem se dão conta, acham “normal”!
    Normal o cacete! Viajar a trabalho em uma situação normal requer o pagamento adiantado de todas as despesas da viagem, fora o pagamento pelo serviço, não é assim que funciona no mundo das pessoas de verdade? Isso em um país decente, claro, onde as todas pessoas são tratadas como gente e não tem grupos que são como animais a serem adestrados. Valeu pelo post. A sinhazinha já retirou o texto e agora tb seu blog está em manutenção. Vergonha. Não tem conserto.

  • Adriana

    Adorei o texto! Quem quiser ver o da patroa aqui vai: http://txtup.co/OIKD

  • Sheizinha
  • Lavou minha alma, após eu lter lido o asqueroso texto da repugnante madame. Parabéns.

  • Ana

    Sensacional!!!!!!!

  • Guest

    nao to conseguindo achar o texto original…. alguém tem aí?

  • Carol Prestes

    Sensacional!!! Pena que a autora do texto_referência nao entenderia nada…
    Hhh

  • Joao do Caminhao

    OK, ironizar aquele texto tem seu mérito e o timing foi perfeito. Usar a visão da babá também é uma boa sacada, mas achei que transformar a babá no protótipo do que é uma pessoa pobre, na visão de uma pessoa elitista, ao invés de acentuar a ironia teve o efeito contrário. Só confirmou o preconceito. A babá sempre rola na areia, não pode gostar de prato fino, tem que falar errado? Achei mal construída a personagem, ora fazendo ironias no estilo “piaui”, ora no estilo “caco antibes”. Enfim, foi bom pela intenção, mas a execução acabou anulando parte da graça.

  • Rafucko

    Paulo, muito obrigado por esse texto. Eu tô lendo pela 10ª vez e chorando de rir como se fosse a 1ª. Genial!

  • Eu tinha lido o texto original e achei um absurdo… até perguntei pra blogueira se ela tinha contratado uma escrava kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Christina
  • Christina

    Regular água no Fasano? F-A-S-A-N-O??? Ah, fala sério!! Adorei seu texto, Paulo! Também adorei o comentário do Leandro por aqui!!

  • Christina

    Ah, esqueci… Parabéns por ter gerado toda essa discussão social! Acho muito bom que as idéias sejam expostas.
    Melhor ainda é que o impacto foi tão grande que ela tirou o blog do ar!
    Adorei!

  • Leona

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • E acham que babá é um indivíduo semialfabetizado. O que você, Daniele, provou muito sabiamente que não é. Tem um português digno de deixar muita patroa com vergonha da forma com que fala ou escreve. Falando como uma mãe que trabalha fora e que precisa ( e muito) dos serviços de uma babá, posso dizer que, assim como Daniele citou em seu comentário – e como o texto trata, à sua maneira – é preciso mesmo expor claramente todas as regras, para que a babá não se sinta perdida. E mais, a obrigação de educar os filhos continua a ser dos pais, não foi transferida à babá quando da assinatura de sua carteira de trabalho. E, por mais espantoso que possa parecer a algumas patroas de classe A ou B, babás também comem. Sim, elas não fazem fotossíntese! E babás que se alimentam mal, quer porque comam pouco ou porque tenham que engolir às pressas, ficam doentes. Alô! Se ficam doentes não vão trabalhar, entendeu? Então, melhor garantir a elas o “direito” de se alimentarem em paz, para seu (patroa) próprio bem. Eu, como patroa plebéia de classe C, asseguro à babá de minha filha o direito de, quando minha mãe não está em casa e não pode auxiliar, colocá-la no cercadinho (a filha, não a babá) para que possa fazer tranquilamente suas refeições. E não é porque temo ficar sem a babá caso ela adoeça; não. É porque sou daquelas que penso que babá também é gente, como também são gente a madame, a perua…

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  • Tania Menai

    AMEI DE-MAIS! UMA EXCELENTE CR´ITICA AO MUNDO DAS MULHERES DA CASA GRANDE!