O assassino da caneta

“E eu fui até a cozinha chorando e Neil disse para mim: ‘O que diabos você tem?’ e eu disse: ‘Bem, eu acabei de matar a pessoa.’”

 A confissão acima caberia muito bem em qualquer julgamento de um assassino frio e calculista. Seria muito apropriada em algum drama que escancara as manchetes dos jornais populares. Alguém mais incauto argumentaria sobre uma legítima defesa, mas a autora da frase agiu por vontade própria contra alguém que não a ameaçava de forma alguma. Ela não se importa, já que poderá ter ao seu lado os melhores advogados, uma vez que estamos falando de uma das mulheres mais ricas do mundo.

A assassina em questão é J.K. Rowling e o defunto referido é Albus Dumbledore, um inocente professor que nunca foi capaz de fazer mal a uma mosca. Nessa entrevista, JK ainda confessou que o crime foi meticulosamente premeditado e que aquilo a chateou profundamente, mas em momento nenhum ela se mostra arrependida.

Quem nunca?

Quem nunca?

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O que eu faria se fosse um vilão megalomaníaco?

Darth Vader
“Quer dizer que tem um buraco na minha nave trilhardária e que, se atirarem ali, a nave explode? Cara, pelo amor de Yoda, cobre esse buraco! Vamos cimentar essa bosta… sei lá, colocar uma rede, qualquer coisa… Eu até poderia ser convencido que ele serve para ventilação, mas não tem ar no espaço, cara! Então tapa essa droga agora!!”

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