Fagulha

Things are getting pretty serious...

Things are getting pretty serious…

Minhas habilidades (nulas) de relacionamento já devem ter ficado notáveis para aqueles que acompanham este blog ou que me conhecem pessoalmente.

Eu vou arrumar uma namorada pra você“, disse uma amiga, sendo provavelmente a quarta pessoa a dizer isso só neste ano (a maior parte já desistiu). Agora, porém eu ia contar com a ajuda do fascinante mundo da tecnologia para facilitar essa incessante busca pela tampa de minha panela.

Foi ela que baixou o Tinder e montou meu perfil. Ela que escolheu todas as minhas fotos “Você não tem o menor bom senso pra essas coisas. E nem fotos boas, pelo que parece“. Boina, óculos escuros e um sorriso de canto de boca na foto de capa. Uma no estádio da Luz, torcendo para o Benfica; outra dançando no Cavern Club “…pras meninas verem que você sabe dançar“; uma outra levantando uma taça de marguerita em um hotel chique; “e a última eu deixo você escolher. Não! Essa não! Nem essa!“, dizia ela enquanto eu rodava pelas minhas fotos até parar em uma tomando Coca-Cola, vestido de árabe no deserto do Saara “Essa é péssima, mas eu acho que você não tem nenhuma melhor mesmo.

Tinder (http://www.tinder.com/) é uma rede social com uma premissa bem interessante: Ela apresenta perfis de pessoas que estão geograficamente perto e permite que você dê (ou não) um like nelas. Ela integra com seu facebook, permitindo selecionar de lá as fotos e avisando se aquela pessoa possui amigos em comum com você (importante em alguns casos). Se houverem likes mútuos, o aplicativo avisa que vocês dois se gostaram e abre um chat para que vocês possam conversar. Bem fútil. Continuar lendo

Estudando o amor

Se o amor fosse motivo de estudos, ele teria que ser uma matéria à parte. Uma matéria multidisciplinar, na verdade.

Livro para entender o amor

Apostila para entender o amor - Livro 1 (via @intrometidos)

Porque o amor é matemática: é cheio de igualdades e desigualdades e, no fundo, ninguém entende mesmo. É descobrir que 1+1 pode resultar em uma multiplicação incalculável; e descobrir que 1-1 pode resultar em tudo o que você tem dividido por dois. É descobrir que o infinito tem um fim e que o eterno um dia acaba.

O amor é cálculo: É se integrar para ver se algo deriva daquilo. E, se o amor for derivada, então eu sou o ex.

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O amor é a gasolina da vida ~ A epopéia de uma piada

Já convivemos há um bom tempo com a internet. A rede surgiu a partir de pesquisas militares na decáda de 60, no auge da Guerra Fria. Em 29 de outubro de 1969 foi enviado o primeiro e-mail da história. Provavelmente era SPAM ou alguma corrente com um ppt, porque travou o computador que o recebeu. Mas a verdadeira explosão da internet se deu na década de 90. E a internet é realmente sensacional! Conteúdo de graça, pra ser produzido e compartilhado com todo mundo.

Quem nunca espalhou uma piada que leu na internet? Eu mesmo roubava várias piadas do HumorTadela e contava para amigos cada vez mais chateados com minhas inconvenientes piadinhas fora de hora. O HumorTadela, por sua vez, roubava de alguma outra fonte, que por sua vez, roubava de outra e assim por diante. É praticamente impossível definir onde nasce uma piada. Isso é bem comum. Veja Chico Anysio, por exemplo, tido como um humorista genial (e realmente é), iniciou sua carreira no humor simplesmente traduzindo textos de stand-ups americanos. A internet dificultou muito o trabalho de quem rouba o texto de um humorista famoso. Se algum cara do stand-up nacional for tentar emplacar com um texto de Bill Cosby ou do genial George Carlin, acho que não vai conseguir ter muito sucesso. O Brasil está passando por uma boa fase no humor, com ótimos textos autorais escritos por Danilo Gentili, Rafinha Bastos, Marcelo Mansfield, Maurício Meirelles, entre outros. Se você chega em algum churrasco contando aquela do “Boa noite, passageiros, aqui é o Comandante Nogueira”, todo mundo sabe que você não é um babaca criativo, mas é simplesmente um babaca.

"Old man yells at cloud"

Direito autoral de piada: Não tem nem de quem reclamar

Por outro lado, é cada vez mais difícil provar que uma criação é sua. Na internet, as piadas não possuem direitos autorais. É a lei do mais pop. Sites como o Kibeloco cresceram em cima das piadas alheias. E, quando a Web se tornou 2.0, tudo ficou mais difícil: Todo mundo produzindo conteúdo, e muita gente boa produzindo conteúdo bom. As piadas curtas, frases geniais e trocadilhos infames invadiram sites como o twitter, criadas por ilustríssimos desconhecidos, deixando tudo mais fácil para certas pessoas que vivem do humor alheio (né, José Simão?).

Quando eu era pequeno (mesmo, lá pelos meus 12, 13, 14 anos) eu adorava a coluna do José Simão, na Folha. Escrevia vários e-mails pra ele com piadas e, vez ou outra via uma piada que eu tinha mandado por lá publicada. “Olha mãããeeee! O Simão publicou outra piada minha!”, e lá estava no jornal minha piada crua ou simplesmente antecedida de “e um amigo me disse que…”. Beleza! A piada era minha, mas ninguém tinha como saber disso. Parei de mandar. Hoje em dia o Simão rouba, descaradamente, sem trocar uma vírgula, diversas piadas de caras geniais do twitter, como o @silviolach ou o @amatos30. José Simão, inclusive, é um jornalista tão peculiar que consegue escrever um texto usando apenas três teclas do teclado. A primeira é Ctrl. Deduzam as outras duas. Continuar lendo

A Mulher e o Amor

"Don't worry, darling, you didn't burn the beer"

O amor perdoa tudo

  • As mulheres são como ondas: Vêm e vão. Vez ou outra alguma acaba te pegando e pode levar embora algumas das suas coisas.
  • O amor é a gasolina da vida: Custa caro, acaba rápido e pode ser substituído pelo álcool.
  • A mulher é como a vodka: Por uma noite bacana vai te dar muita dor de cabeça.
  • O amor é um produto da Apple: Depois de ter uma vez, você sente falta. Mas no fundo sabe que é super-valorizado e que não vale a pena só por ser algo bonitinho. Mas quer do mesmo jeito.
  • As mulheres são como os políticos: Você precisa escolher um que vai tirar o seu dinheiro, então acaba escolhendo o menos pior.
  • O amor é como os fones de ouvido: Quem está fora não sabe o que está passando. E é bom você curtir quietinho, porque, se começar a cantar alto, apesar de lhe parecer bom, você vai parecer um babaca para todos ao redor.
  • A mulher é como o tempo em São Paulo: Em um momento você acha que está bom, mas esfria ou esquenta demais de repente e sempre acaba te causando transtornos.
  • O amor é como o guarda-chuva: Pode ser bom para quem está debaixo dele, mas atrapalha conversar com outras pessoas. E quando você for pro trabalho ou pro bar com os amigos, é bom deixar ele na porta.
  • As mulheres são como as músicas: As piores são as que não saem da nossa cabeça.
  • O amor é como a matemática: Cheio de igualdades e desigualdades e, no fundo, ninguém entende mesmo.
  • A mulher é que nem doce: Só te dá prazer enquanto você está comendo.
  • O amor é que nem a vida extraterrestre: É melhor o homem não procurar senão ele vai acabar se fodendo.
  • A mulher é como a lua cheia: Redonda, brilhante e dá pra ver da janela do meu quarto.
  • O amor é como pedra nos rins: Quem já teve, se fudeu, porque quando vai embora dói pra cacete.
  • A mulher é como emprego: Quem não tem, quer. E quem tem, reclama do que tem.
  • O amor é como o final de semana: Você espera ansiosamente por ele. Tem a emoção de uma sexta-feira, o clímax da alegria de um sábado. Até que chega o tédio do domingo e, quando vai embora, você se vê de frente com uma segunda-feira.
  • A mulher é como uma bisteca: É péssimo comer se estiver muito seca. E é melhor dividir uma com alguém do que não comer nada.
  • O amor é como este post: No começo até parece legal, mas depois de um tempo vai ficando repetitivo e enche o saco.
Homer, o mestre

Homer, o mestre

“Filho, uma mulher é parecida com… [olha ao redor na cozinha] uma geladeira! Elas têm quase 1,90 m e uns 130 kg! Elas fazem gelo e… hum… [encontra uma lata de cerveja na geladeira]. Não, espere um minuto! Na verdade, mulher é mais como uma cerveja. Elas cheiram bem, são bonitas e você pisaria na sua própria mãe para conseguir uma! [Bebe a cerveja] E você não consegue parar com uma só! Você sempre quer beber outra mulher!”

Homer Simpson – Episódio “O Novo Vizinho”